quinta-feira, 14 de julho de 2011

Harry Potter




Hoje, dia 15 de Julho de 2011, é considerado oficialmente, a estréia de Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte II.
Há tudo e nada para falar sobre isso. Harry Potter fez parte da minha vida, foi a minha geração, e saber que é o "fim", doi. Deixa-me completamente desesperada, sem chão, sem ter a mínima ideia do que fazer.
Para muitos, não passa de um livro que conta sobre um bruxo, algo sem fundamento, que não possui crédito algum. Mas para mim, Harry Potter me ensinou o real significado da amizade, que nós somos capazes de fazer tudo por amor e que sim, há magia. Ela está presente em cada um de nós e depende exclusivamente de nós mesmos continuar a acreditar em tal magia.
É só que... para falar é verdade, é como dizem, o fim de uma era e o começo de uma lenda.
E se eu ficarei com Harry Potter? Sempre. Até o fim.

domingo, 10 de julho de 2011

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Gossip Girl




Chuck:
Porque você tá chorando?
Blair: Porque eu te amo e não aguento mais um dia sem você. Porque suas provocações me fazem ficar mal, porque seu desinteresse dói lá no fundinho. Porque eu sinto falta de tudo que nós vivemos, sinto falta dos seus carinhos, seus beijos, sinto falta do jeito como me tratava. Porque você me trata mal, porque você não tá nem aí pra mim, porque eu passo o dia me perguntando como você tá, porque dói saber que você fica com outras, que você faz outra menina sentir tudo que eu sinto. Porque eu to cansada de te amar e não poder demonstrar, to cansada de tentar te mostrar que sinto a sua falta e só levar patada, corte. Porque eu cansei de fingir que é passado, que eu não to nem ai. Porque eu odeio a incerteza, odeio sua indiferença. Porque eu te amo. Não é nada, não se preocupa. Já passa.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011




Nas histórias, quando o seu grande amor vai embora, é como se tudo sumisse e o torpor dominasse seu corpo. Não foi assim comigo. Eu pude sentir cada célula do meu corpo, cada pedaço do meu ser sangrar e gritar. Gritando por você, chamando seu nome. Implorando para que voltasse. Porque ao menos uma vez, eu não poderia agir da forma normal e menos dolorosa? Porque eu não pude simplesmente desligar os meus sentimentos? Porque não consigo ser racional quando se trata de você? Porque eu não poderia apenas virar as costas - assim como fez - tornando tudo mais prático?



Quando ele se foi, meu coração foi quebrado de uma forma que eu achei que nunca haveria concerto. As coisas perderam o foco, ficaram sem sentido. Até você aparecer. Você, com toda a sua paciência e amor, juntou cada pedaço que estava no chão e o montou novamente. Você tornou belo aquilo que não tinha mais valor. Mas como nada é perfeito e nem dura para sempre, você também quebrou o meu coração. E conseguiu que o efeito fosse ainda pior, pois ele não estava inteiramente bom, as cicatrizes e rachaduras ainda estavam ali, embora não doesse. E os pedaços que você deixou, foram ainda menores do que antes. Deixando-o de tal forma, que não vale a pena concertar, pois ele não terá mais forças para bater.



Eu estava lá, destroçada. Era como se eu fosse invisível na multidão. Mas em todo o alvoroço você me viu. Dentre tantas pessoas, você foi o único que realmente me olhou. Não sei se os outros realmente não me vêem ou fingem não ver por assim ser mais comodo para eles, mas realmente não me importa. Não mais. Pois diferente dos outros, você sorriu e se aproximou. Me mostrou que eu não sou a insignificante e descartável que achei que era. Foi como se meu mundo voltasse a estar em órbita, as coisas começaram a fazer o sentido novamente. Você foi entrando no meu mundo, assim de mansinho, como quem não quer nada, e logo se tornou o grande motivo de tudo.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Apenas Opostos - cont.





Em que ambos haviam baixando a guarda, onde não precisava ter fingimentos, em que não importava se não havia lealdade com os amigos, nem mentiras, nem sangue e nem guerra.

Acariciava os compridos cachos, cheirando-os; enquanto sentia ela lhe acariciar levemente as costas. Beijou-lhe o topo da cabeça e afastou-se um pouco, pousando sua mão direita na face na castanha e fazendo carinho com seu polegar na bochecha da jovem, sentindo um calor interno ao vê-la fechar os olhos e sorrir.

Abaixou-se e beijou-a, não como antes, mas com amor, com carinho, com dedicação. Não sabia como, mas ia dar um jeito para que pudessem ter uma chance. Lutaria por ela depois da guerra, mesmo que isso o fizesse ser deserdado pelos Malfoy, ele poderia conseguir um emprego futuramente e arrumar dinheiro por si só.

Nunca mais dependeria daquela família que vivia só de aparecias. Quem sabe, se Hermione o aceitasse, poderia finalmente ter um lugar para chamar de lar. Sorriu com tal pensando e a afastou delicadamente, colocando uma mecha que estava solta atrás da orelha da castanha.

- Vá, Granger, antes que comece a ficar tarde e haja alguém perambulando a essa hora pelo castelo. Ou pior, antes que dê de cara com o Filch e aquela gata horrendo de olhos esbugalhados. – Foi em direção ao banheiro para tomar um banho quente e relaxar quando ouviu-a dizer o seu nome.

- Draco...

Virou para olha-la e percebeu que ela estava rígida, segurando a porta. Sentiu vontade de dizer o nome dela, mas não podia, era como confirmar tudo o que estava sentindo.

- Diga, Granger.

- Apenas prometa que seja lá o que for que tenhamos não vai acabar agora.

- Vamos fazer assim, eu não vou embora enquanto você não me disser: Draco Malfoy, pegue sua vassoura e SUMA daqui! Ok?

- Ok, então... apenas não me faça enjoar da sua presença para que eu não tenha que falar isso.

Sorrindo, ambos foram fazer o que deviam fazer, contando as horas para que a noite chegasse e que pudessem novamente ser apenas Hermione e Draco.



Terminou, aeae! *-*